m ruinasdoconventodosfradestrinosArquitectura popular, de planta quadrangular com igreja adossada à esquerda, da qual apenas restam as paredes estruturais. Construído entre 1599 e 1606 tem a sua fachada principal orientada a Oeste, com três portas de acesso ao conjunto. Fachada posterior, muito degradada, com cobertura plana. Possui um claustro com poço ao centro e pequeno muro ondulante formando bancos.

Localização: Junto à falésia. Implantado num campo arável com casa de época posterior adossada ao lado Norte. Urbanização a Sul, mar a Eeste, e no vale a Norte, a cidade de Lagos.

Fonte: CM-Lagos.pt

m ruinasdaermidadesantoamaroConstrução do Século XIV, de planta longitudinal contrafortada a Oeste, apresenta cantarias de verga recta, cunhais que ladeavam a fachada principal e na zona da capela-mor, mostra que a cobertura era em cúpula e o altar-mor tinha um nicho.

Fonte: CM-Lagos.pt

m pelourinhoO Pelourinho encontra-se actualmente num pátio interior do Museu Municipal de Lagos.

Sobre três bases sobrepostas em degrau encontra-se o plinto que suporta um coluna lisa que recebe outra espiralada, interrompida a meio por um elemento quadrangular, encimada por um capitel decorado com acantos. Sobre o ábaco repousa uma semi-esfera, aparada nos quatro lados, com ferragens cravadas, que suporta uma esfera armilar de perfil irregular.

O pelourinho foi montado utilizando pedras novas que não pertenciam a sua construção inicial.

Fonte: CM-Lagos.pt

m muralhasebaluartes1A chamada Cerca Velha ficou concluída no século XIV e abrangia um burgo de urbanismo ortogonal com uma “rua direita” e respetivas travessas, que corresponde ao núcleo primitivo da cidade de Lagos conhecido como Viladentro. A muralha renascentista, conhecida como Cerca Nova, cujo plano global foi traçado na primeira metade do século XVI, incorporou no seu perímetro abaluartado as duas paróquias da Cidade, Santa Maria e São Sebastião. Esta obra foi impulsionada durante o reinado de D. João III e concluída na primeira metade do século XVII.

Baluarte da Porta da Vila ou de Santa Maria da Graça
Refere-se à Igreja da Santa Maria da Graça. 1º baluarte da Nova Cerca, adaptado às novas características da artilharia e cuja forma e localização, num ponto de cota elevada sobranceiro à cidade, permite um controlo total da muralha e área abrangente. De planta poligonal, situado no ângulo SE. da Nova Cerca, do lado terra. Tem 3 orelhões com cunhais em pedra aparelhada. Acesso à plataforma do topo através de rampa com alguns degraus. Parapeito com aberturas para artilharia e canhoneiras.

m mercadomunicipalEdifício construído em 1924, partilha com o Centro de Ciência Viva uma magnífica panorâmica sobre o plano de água da doca pesca, a avenida e a baía de Lagos.

No interior, o restauro realizado em 2004, integrou um painel de azulejos do artista Xana e um outro painel evocativo da poetisa Sofia de Mello Breyner Andresen.

Fonte: CM-Lagos.pt

m igrejamatrizdeodiaxereArquitectura religiosa, manuelina e barroca. Igreja de planta longitudinal, com corpo rectangular de nave única e cabeceira quadrangular. Na parede de topo ostenta um arco triunfal pleno ladeado por dois altares. Capela-mor coberta com tecto de madeira com perfil de abóbada de berço, possuindo um retábulo em talha dourada, com colunas salomónicas. Portal principal manuelino em arco pleno de intradorso profusamente decorado por motivos entrelaçados, com um elegante cairel ocupando toda a bandeira do arco.

Fonte: CM-Lagos.pt

m igrejadesaosebastiaoClassificada como Monumento Nacional desde 1924, é o edifício religioso de maior impacto visual em toda a cidade. Situa-se no local da anterior Ermida de N. Sra. da Conceição, edificada em 1325 e que no século XV era já Sede de Freguesia. A partir de 1463 a Ermida foi ampliada sob o patrocínio do Bispo do Algarve D. João de Mello, vindo a ser transformada em Igreja em 1490, altura em que mudou de orago, passando a ser dedicada a São Sebastião, na crença que este santo ajudaria a combater os surtos de cólera que assolavam frequentemente esta região. Apresenta um portal axial de estilo Renascentista e uma porta lateral referenciada como sendo um dos primeiros sinais da Renascença no Algarve, tendo esta sido a entrada principal da anterior ermida.

O interior é formado por três naves, separadas por colunas dóricas com capitéis parcialmente jónicos e arcadas de volta perfeita que terminam em cabeceira tripartida entre o altar-mor e duas capelas laterais que apresentam belíssimos exemplares de talha dourada. Por abarcar um longo período de construção compreendido entre os séculos XV e XVIII, a que se juntam pelo menos, três reedificações parciais resultantes de catástrofes, entre as quais, os terramotos de 1755 e 1969, a Igreja de São Sebastião chega aos dias de hoje como um edifício eclético, onde o convívio de várias tendências estilísticas é permanente e desafiante.

Tem um importante conjunto de pinturas do século XVI e estatuária maioritariamente do século XVIII. Em anexo encontra-se uma das três Capelas de Ossos existentes no Algarve, constituindo-se assim num exemplar raro na região e escasso no país.

Fonte: CM-Lagos.pt

m igrejadesantoantonioEdificada em 1707, foi reconstruída após o terramoto ter destruído a maior parte do edifício e da sua talha dourada. É uma construção em estilo Barroco, cuja simplicidade exterior contrasta com a riqueza decorativa do interior. A decoração em talha dourada é considerada das mais belas do País.

A obra do retábulo, que sobreviveu ao terramoto, foi encomendada em 1718 ao entalhador Gaspar Martins. A restante obra de talha é atribuída ao entalhador Custódio Mesquita. O tecto, imitação de uma abóbada de berço, apresenta pintura em perspectiva, com as armas de Portugal ao centro. No altar, sobre o trono, está colocado o padroeiro Santo António, com o Menino no braço. Um silhar de azulejos azuis e brancos complementa este interior, onde predomina um forte sentido de ilusão e imaterialidade, provocada pela conjugação do brilho do ouro e do azulejo. No pavimento da igreja, a lápide sepulcral de Hugo Beaty, Comandante do Regimento de Infantaria de Lagos e responsável pela reedificação da Igreja em 1769.

Fonte: CM-Lagos.pt

m igrejadenossasenhoradocarmoEm 1498 foi construída a Igreja da Misericórdia, à qual foi adossado posteriormente o hospital da mesma casa. Sofreu restauros e ampliações nos sécs. XVI e XVII, acabando por ser instituída igreja paroquial, dedicada a Santa Maria, aquando da destruição pelo terramoto de 1755 do antigo templo da paróquia.

Edifício de arquitectura neoclássica composto por nave única com três capelas colaterais e sacristia adossada à fachada lateral esquerda. Com a frente voltada à Praça do Infante, apresenta uma composição simétrica, tendo como elementos centrais sobrepostos, a porta da entrada, a janela da sacada e um nicho para imagem. A simetria é reforçada pelas duas torres laterais, com campanários. O interior encontra-se enriquecido com retabulística da segunda metade do século 18.

Fonte: CM-Lagos.pt

m igrejadaluzA Igreja de Nossa Senhora da luz reúne traços arquitectónicos de tipologia tardo-gótica, manuelina e barroca. 

De origem incerta, há notícia de uma inscrição referindo o ano de 1521; apresenta uma pia baptismal única na região, com sete quinas simbolizando os sete sacramentos. A relativamente ampla capela-mor, de três tramos cobertos por abóbada estrelada dotada de cadeia central, e três bocetes decorados com medalhões, é a parte mais antiga actualmente conservada do conjunto.

Fonte: CM-Lagos.pt

m fototecaSituado no Largo Marquês de Pombal, em pleno centro histórico da cidade, o edifício do antigo Posto de Turismo de Lagos, que atualmente alberga a Fototeca Municipal de Lagos e uma sala de exposições temporárias, é um dos exemplos locais da arquitetura modernista que eclodiu na Europa no início dos anos 40, estimulada pelas novas potencialidades do betão armado que, em Portugal, nos edifícios públicos, se pretendeu afirmar como um estilo arquitetónico genuinamente português.

A Fototeca Municipal de Lagos, para além de uma das suas principais funções - a gestão do acervo fotográfico do município -, continua a ser um espaço promotor de várias iniciativas, sejam exposições ou workshops de fotografia. Saiba mais em: Fototeca Municipal de Lagos.

Fonte: CM-Lagos.pt

m fortedameiapraiaForte da Meia Praia, também designado por Forte de S. Roque, embora o seu verdadeiro patrono seja S. José, é uma construção de arquitectura maneirista que obedece às novas características da artilharia. Planta quadrangular com rampa de aceso ao terraço. Integrado na rede de fortalezas costeiras construídas a ocidente e a oriente da cidade de Lagos para conter o assédio constante da costa por parte de piratas e corsários.

Hoje situado em pleno areal da Meia Praia – antigamente na foz de uma pequena ribeira, de há muito assoreada – numa zona central da Baía de Lagos, a sua construção remonta à segunda metade do século XVII, revelando uma função de complementaridade em relação ao forte dispositivo militar da cidade de Lagos.

Fonte: CM-Lagos.pt

m fortalezadaluzA fortaleza de Nossa Senhora da Luz é um dos melhores exemplares da arquitectura militar seiscentista existentes no Algarve.

Edificada sobre anterior estrutura fortificada da qual se desconhece a data de construção, a opção pela planta poligonal, de quatro baluartes angulosos, é um modelo aplicado a muitas outras fortificações que testemunham a preocupação das autoridades em defender o território litoral, dos corsários e piratas, das armadas islâmicas, e da vizinhança espanhola, então, pouco amistosa.

Localização: Ponta da Calheta.

Fonte: CM-Lagos.pt

m fonte 8 bicas 5Obra em calcário da autoria de Rui Paula. Representa a antiga Fonte Manuelina que no Século XVI abastecia a população.

Rui Paula foi responsável por um conjunto de intervenções em vários centros históricos do País, nomeadamente em Lagos, onde integrou o Gabinete Técnico Local da Câmara Municipal de Lagos.

Situada na Rua Garrett.

Fonte: CM-Lagos.pt

m faroldapontadapiedadeEste farol costeiro entrou em funcionamento no dia 1 de Julho de 1913, sendo composto por torre de secção quadrada, em alvenaria, com cunhais de cantaria, tendo dos lados leste e oeste anexos de um só pavimento, que constituíam as habitações dos faroleiros.

No interior, ao centro, possui escada de caracol metálica de acesso à lanterna. A torre tinha 9 metros de altura e o aparelho iluminante era de 4ª ordem, de rotação, mostrando grupos de cinco clarões brancos de dez em dez segundos. Por fonte luminosa teve, inicialmente, um candeeiro a petróleo. Em Maio de 1952 seria electrificado, passando a ter um alcance luminoso de 15 milhas, posteriormente aumentado para 18 milhas. Em 1956 foi adquirido novo aparelho de incandescência eléctrica com passagem automática a gás acetileno.

Actualmente funciona exclusivamente a electricidade, estando automatizado. Com a característica luminosa de relâmpagos simples de cor branca e período de 7 segundos, tem um alcance luminoso de 20 milhas.

Fonte: CM-Lagos.pt

m infante 1Localizada na Praça Infante D. Henrique, antiga Praça da República/ da Constituição/ do Município/ do Pelourinho/ dos Touros, foi inaugurada em 1960.

De autoria do escultor Leopoldo de Almeida, constitui uma obra de arte que imortaliza a figura do Infante e a sua estadia em Lagos durante parte significativa da sua vida. Daqui terá dirigido a fase inicial dos Descobrimentos Portugueses.

É conhecido mundialmente pelo cognome de "O Navegador".

Fonte: CM-Lagos.pt

m esttua padroeiro sao gonalo 2Localizada no cimo da Avenida dos Descobrimentos, perto do local panorâmico conhecido por Chão Queimado, encontra-se o monumento a São Gonçalo, padroeiro da cidade, da autoria do artista lacobrigense Tolentino Abegoaria.

Fonte: CM-Lagos.pt

m estatua de dom sebastiao de cutileiro 2Localizada na Praça Gil Eanes, esta escultura é da autoria de João Cutileiro. Inaugurada em 1973, perpetua a memória de D. Sebastião que elevou Lagos a cidade em 1573 e daqui partiu, em 1578, à conquista de Alcácer Quibir, na fatal expedição militar a Marrocos.

Em torno do desaparecimento do rei formou-se o "Mito do Sebastianismo" que perdurou na memória do povo, na literatura e na filosofia portuguesa até aos dias de hoje. O povo recusando-se a encarar o trágico e fatal destino do rei, acreditava que este haveria de voltar num dia de nevoeiro.

Fonte: CM-Lagos.pt

m esculturaprimaveraemlagosEscultura que recorre aos cromatismos e texturas de distintos materiais – mármore branco de Estremoz, aço inox, brechas de cores várias, vidraço vermelho e ruivina -, para celebrar a Primavera.

Da autoria do escultor lacobrigense José Maria Pereira, está localizada na rotunda do Porto de Mós.

Fonte: CM-Lagos.pt

m igreja nossa senhora dos aflitosTambém conhecida por Ermida de São Pedro do Pulgão. Arquitectura religiosa de traça manuelina e barroca, popular, vernácula.

Trata-se de uma ermida marcadamente rural, que ainda realiza procissão, no último domingo de Agosto. Presume-se ter sido edificada no séc. XV.

Localização: S. Pedro/Marateca, perto do Aeródromo Municipal.

Fonte: CM-Lagos.pt

m conventodenossasenhoradoloreto 1Também denominado Convento de São Francisco / Convento dos Capuchos / Convento de Nossa Senhora da Glória.

Planta em L, composta por vários corpos de épocas diferentes. É possível depreender a existência do claustro através do testemunho de duas paredes em alvenaria de pedra. Chaminé barroca, de secção quadrada e ângulos moldados, remate em cúpula encimado por motivo decorativo de forma ondulante; é o único elemento decorativo alusivo ao estabelecimento do convento neste local.

O convento original foi edificado em 1518, no sopé da colina, por ordem de D. Fernando Coutinho, Bispo do Algarve, sob invocação de Nossa Senhora do Loreto. Em 1560 é fundado o novo edifício, um pouco mais acima na encosta, por motivos de insalubridade e ameaça de ruína do primeiro. Em 1910/1 recebeu um aquartelamento da Guarda Nacional Republicana e no local da igreja do convento foi construída uma cadeia, posteriormente desativada, onde hoje funciona o LAC - Laboratório de Actividades Criativas.

Fonte: CM-Lagos.pt

m frente muralhas castelo governadores 5Arquitectura militar dos séculos XIV a XVII. Situado num local onde alguns historiadores supõem ter existido uma alcáçova islâmica. Porém, a existência do Castelo de Lagos só é confirmada, por fontes históricas, a partir do século XIV. À primitiva alcáçova de planta poligonal, foi exteriormente adossado um baluarte da Cerca Nova renascentista.

Após 1581, a secção medieval, mais fortificada, foi transformada em residência dos Governadores do Algarve, procedendo-se, então, a obras de adaptação desse espaço. A planta de Lagos desenhada por Alessandro Massay em 1617 é a mais antiga ilustração desta estrutura fortificada.

Em 1850 os terrenos e os restos do complexo edificado, parcialmente arruinado pelo terramoto de 1755, foram cedidos à Misericórdia de Lagos, que, a partir de 1885, os adaptou a Hospital.

Fonte: CM-Lagos.pt

m casadajanelamanuelinaEdifício construído nos finais do séc. XVIII integrando cantarias originárias de outras edificações arruinadas pelo terramoto de 1755, nomeadamente a janela manuelina que lhe dá o nome.

Funcionam neste local a Comissão dos Descobrimentos e o Centro de Estudos Gil Eanes.

Fonte: CM-Lagos.pt

m antigo cais 2Entre o Castelo dos Governadores e a antiga Casa da Dízima existiam duas portas que, articuladas com a muralha quinhentista e funcionando como antecâmara da cidade, permitiam a circulação entre muros e o acesso ao Cais da Ribeira.

A área onde em épocas distintas terão existido diferentes cais, e que foi soterrada na década de 40 do século XX para a construção da Avenida da Guiné, encontra-se hoje visível e integrada na requalificação da frente Ribeirinha, no âmbito do programa POLIS.

Fonte: CM-Lagos.pt

m fontecobertaromanaTrata-se de um muro de planta rectilínea, de secção rectangular, cuja construção ter-se-á processado por fases sucessivas, uma vez que é constituído por blocos de argamassa colocados por camadas.

Esta estrutura de irrigação, de construção atribuída a período de ocupação romana, está localizada no percurso de uma antiga ribeira, no sítio da Fonte Coberta.

Fonte: CM-Lagos.pt

m armazemregimentalDatada de 1665, este imóvel destinado ao armazenamento dos produtos trazidos pelas naus que aportavam a Lagos, situa-se na Praça do Infante, e ostenta na sua fachada principal, sobre cada uma das portas, um escudo de Armas do Reino do Algarve e, entre eles, a chancela do Conde de Avintes.

Duas grandes portadas de madeira, encimadas por um frontão barroco, encerram o derradeiro exemplar de um conjunto de Sete Passos (oratórios) da Via Sacra que se encontravam espalhados pela cidade. Supõe-se que neste local terá existido a Igreja de S. Brás.

Fonte: CM-Lagos.pt

 

m aerea meia praiaOratório edificado nos anos 40 para perpetuar a memória do Santo Padroeiro de Lagos que terá nascido em 1360, segundo a tradição, numa casa situada junto das Portas do Mar, no local onde hoje se encontra o seu nicho e imagem.

Ainda jovem vai estudar para Lisboa, onde decide entrar na Ordem dos Eremitas de S. Agostinho. Estudou teologia e dedicou-se à catequese e pregação, interessando-se sempre pelo bem-estar das populações e apoiando os pobres. Aí ganhou fama de santo, pelo bem e pelos milagres que fez, quer em vida quer depois de morto. São Gonçalo de Lagos faleceu em Torres Vedras, a 15 de Outubro de 1422. Em 1778 o Papa Pio VI autorizou o culto do “Bem-aventurado” ou Beato, a Frei Gonçalo de Lagos, com honras de Santo em Portugal.

Lagos comemora, a 27 de Outubro, o seu feriado municipal, em honra deste seu ilustre filho e padroeiro.

Fonte: CM-Lagos.pt

m pacosdoconcelho assembleiamunicipalEdifício de planta rectangular, volume simples de três pisos e cobertura de quatro águas. Delimitação dos pisos com frisos em cantaria e marcação axial, através de pilastras pintadas. Andar nobre ao centro, com janela de sacada em cantaria lavrada encimada pelo brasão da cidade. No interior, ao centro do edifício, escada de lance único que se divide em dois, no acesso aos pisos superiores.

Foi construído em inícios do século XIX para substituir as instalações da Câmara, localizadas na Praça do Pelourinho, e arruinadas com o terramoto de 1755. Ostenta na verga de pedra da porta principal, a data 1798, crendo-se que a referida verga integraria o conjunto das cantarias destinadas à reedificação do edifício na Praça do Pelorinho, hoje Praça do Infante, visto que só em 1832 foi tapada a Porta de São Roque, localizada no sítio onde foi erigido este edifício dos Paços do Concelho de Lagos. Depois da inauguração do novo edifico Paços do Concelho Século XXI, em Julho de 2009, este imóvel ficou como sede da Assembleia Municipal. Possui um Salão Nobre e várias salas destinadas a exposições temáticas temporárias.

Fonte: CM-Lagos.pt

m apassagemLocalizado no Cemitério de Lagos. Simbolizando a transição para o além, em Calcário “lioz” e “moca” da região. Da autoria de Tolentino Abegoaria.

Fonte: CM-Lagos.pt

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